Amoroso (2024), em sua dissertação intitulada Revisão
sistemática sobre medidas de biossegurança em biotérios
(UERJ), preconiza que o uso de equipamentos de proteção
individual (EPIs) e barreiras sanitárias é indispensável para
reduzir riscos ocupacionais e evitar contaminação cruzada. O
estudo destaca que a adoção rigorosa dessas medidas garante
tanto a segurança dos trabalhadores quanto a confiabilidade dos
resultados científicos, em consonância com normas nacionais
e internacionais de biossegurança. As normas brasileiras que
regulamentam o funcionamento de biotérios estão previstas na
Lei Arouca e nas Resoluções Normativas do CONCEA. Pautado
nas versões vigentes dessas normas e nas boas práticas de
biossegurança, é coerente afirmar que: