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De acordo com o Guia Brasileiro de Produção e Manutenção
de Animais de Laboratório (CONCEA, 2023), a autoclavação é
um dos métodos mais seguros para esterilização de resíduos
sólidos e insumos em biotérios, devendo ser validada para
cada tipo de carga. Em biotérios de alta barreira, como SPF
(Specific Pathogen Free) e germ-free, os parâmetros de tempo
e temperatura variam conforme o status sanitário e o tipo de
material. Diretrizes internacionais da FELASA (Europa) e da
AALAS/IACUC (EUA, 2025) reforçam que ciclos mais longos ou
temperaturas mais altas são necessários para garantir esterilidade
absoluta e manter a barreira gnotobiótica. No contexto das rotinas
diárias de um biotério, técnicos precisaram revisar os protocolos
de descarte e esterilização de resíduos sólidos. Considerando as
normas brasileiras e internacionais de biossegurança, pode-se
afirmar que:
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Os biotérios podem ser classificados de acordo com sua
finalidade e características, mas desde as colônias de produção
até as salas de experimentação, cada etapa exige infraestrutura
adequada e registros detalhados para garantir rastreabilidade,
qualidade, segurança sanitária e bem-estar animal. Com base
nesse contexto, é coerente versar que:
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O uso de animais em pesquisa científica no Brasil é
regulamentado pela Lei n.º 11.794/2008 (Lei Arouca) e pelas
normas do CONCEA (Conselho Nacional de Controle de
Experimentação Animal). Essas normas estabelecem princípios
éticos obrigatórios, como a aplicação dos 3Rs (Reduzir, Refinar
e Substituir), a necessidade de aprovação prévia dos projetos
pelas Comissões de Ética no Uso de Animais (CEUAs) e a garantia
de bem-estar durante todo o ciclo experimental. Com base nesse
contexto, assume-se que:
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Amoroso (2024), em sua dissertação intitulada Revisão
sistemática sobre medidas de biossegurança em biotérios
(UERJ), preconiza que o uso de equipamentos de proteção
individual (EPIs) e barreiras sanitárias é indispensável para
reduzir riscos ocupacionais e evitar contaminação cruzada. O
estudo destaca que a adoção rigorosa dessas medidas garante
tanto a segurança dos trabalhadores quanto a confiabilidade dos
resultados científicos, em consonância com normas nacionais
e internacionais de biossegurança. As normas brasileiras que
regulamentam o funcionamento de biotérios estão previstas na
Lei Arouca e nas Resoluções Normativas do CONCEA. Pautado
nas versões vigentes dessas normas e nas boas práticas de
biossegurança, é coerente afirmar que:
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A Diretriz Brasileira para o Cuidado e a Utilização de Animais
em Atividades de Ensino ou de Pesquisa Científi ca (DBCA 2024),
publicada pelo Conselho Nacional de Controle de Experimentação
Animal (CONCEA), em novembro de 2024, reúne recomendações
atualizadas sobre manejo, bem-estar e ética no uso de animais
em pesquisa e ensino, destacando práticas, como enriquecimento
ambiental, densidade adequada, métodos humanitários de
eutanásia e avaliação prévia por comissões de ética. Com base
nas recomendações apresentadas no documento citado, atestase que:
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Em uma colônia de roedores, observou-se sincronização
dos ciclos estrais das fêmeas quando expostas ao odor de urina
de machos. Esse fenômeno é conhecido como Efeito:
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O manejo diário de camundongos em biotérios deve seguir
normas estabelecidas pelo CONCEA (Resolução Normativa
n.º 30/2016) e ser complementado por manuais técnicos de
instituições regulamentadas. O bem-estar animal é um requisito
obrigatório e envolve práticas como densidade adequada por
caixa, enriquecimento ambiental, fornecimento regular de alimento
e água, além da manipulação cuidadosa para reduzir estresse.
Durante o manejo diário em um biotério, o técnico percebe que
os camundongos estão apresentando sinais de estresse, como
piloereção e comportamento agressivo. A equipe precisa adotar
medidas alinhadas às boas práticas de bem-estar animal para
corrigir a situação. Nesse contexto, a redução e a eliminação dos
sinais citados podem ocorrer por meio de:
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Os coelhos utilizados em biotérios possuem particularidades
fisiológicas que exigem manejo seguro, alojamento adequado e
nutrição balanceada. Segundo diretrizes nacionais, a dieta deve
ser rica em fibras (mínimo de 15%), com fornecimento diário de
ração calculada em função do peso corporal, além de água fresca
e enriquecimento ambiental para reduzir estresse. Uma colônia
de 20 coelhos adultos, cada um, com peso médio de 3 kg, precisa
receber ração balanceada. A recomendação técnica é de 5%
do peso corporal em ração por dia. O técnico responsável deve
calcular a quantidade total de ração necessária para alimentar
todos os animais diariamente. Com base nesse contexto, o
consumo diário de cada animal e, consequentemente, da colônia
é:
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No biotério da Universidade X, técnicos observaram sinais
de estresse em colônias de camundongos SPF, como aumento
de agressividade e estereotipias. A solução foi introduzir tubos de
PVC, ninhos de papel e plataformas, promovendo enriquecimento
ambiental. Após a intervenção, os animais apresentaram melhora
comportamental e aumento da taxa reprodutiva. Com base nesse
contexto, é correto afirmar que:
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Técnicos observaram, nas rotinas diárias de um biotério, o
aumento de agressividade e queda na taxa de reprodução em
colônias de ratos. A investigação revelou que a iluminação estava
com luz constante durante 24 horas e que o nível de ruído no
ambiente ultrapassava os limites recomendados. Com base
nesse contexto e com o objetivo de mitigar amplas variações nos
parâmetros ambientais em biotérios, entende-se que o(a):
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