De acordo com Espírito Santo (2018), os esportes coletivos, que crianças, jovens e mesmo adultos praticavam nas ruas das cidades brasileiras, até o final do século XX, tinham a sociabilidade vicinal como condição de possibilidade. Os exercícios físicos característicos das academias fitness, ora predominantes no país, por outro lado, podem prescindir porque se baseiam em unidades musculares isoladas e não em sinergia coletiva. As implicações dessas transformações para a deterioração da saúde pública não são triviais. Diante disso, o autor afirma que: