A institucionalização do Serviço Social como profissão encontra-se vinculada ao crescimento das grandes instituições de prestação de serviços sociais e assistenciais, geridas ou subsidiadas pelo Estado, face à necessidade de racionalização da produção e do trabalho exigida nos moldes do grande capital. (IAMAMOTO; CARVALHO, 1982, p. 82-3).
Essa afirmação demarca um entendimento de que a profissão é um instrumento auxiliar e subsidiário para a continuidade da organização social vigente.