Aristóteles (384-322 a.C.) define o ser humano como ser racional e considera a atividade da razão, o ato de pensar, como a essência humana. Assim, para ser feliz, o ser humano deve viver de acordo com sua essência, isto é, de acordo com sua racionalidade, sua consciência reflexiva. Orientando os seus atos, o crivo da razão o conduzirá à prática: