Sônia Kramer (2011, p. 16) afirma que "[...] a escola brasileira tem historicamente grande dificuldade de lidar com a diferença. Encontramos racismo e preconceito na escola [...] Estamos falando de uma instituição que busca homogeneidade [...] tem especial apego a escalas de desenvolvimento, a padrões de aprendizagem [...], que separa, segrega, desagrega [...] valoriza a premiação, o castigo". Segundo a autora, é preciso que a escola e seus agentes reconheçam que a heterogeneidade é riqueza, e não obstáculo. Para que a escola supere essa perspectiva homogênea, pautada nos modelos comportamentais, é necessário que o Projeto Político Pedagógico se sustente em princípios pautados em: