Homem, 40 anos, comparece à emergência na madrugada relatando cefaleia excruciante de forte intensidade (10 em 10), periorbitária esquerda, associada à coriza e intenso mal estar. Ao exame, nota-se ptose palpebral, lacrimejamento excessivo e hiperemia conjuntival ipsilateralmente à dor. Fez uso de dihidroergotamina em casa sem melhora do quadro. Relata que a cefaleia vem se apresentando há 1 semana em crises de intensidade crescente. Qual a melhor opção terapêutica?
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