Mulher de 48 anos, na pós-menopausa, é avaliada em
consulta de retorno por diabetes mellitus tipo 2, hipertensão, obesidade e dislipidemia (HDL baixo; LDL e triglicérides elevados). Relata estar sobrecarregada com a pouca
melhora do controle glicêmico, mas se sente bem. Ela segue a dieta mediterrânea e faz exercícios desde a última
consulta; perdeu 6% do peso corporal, mas agora atingiu
um platô. O tratamento atual inclui: metformina, dapagliflozina, enalapril, anlodipino, indapamida e rosuvastatina.
A hemoglobina A1c recente é 7,9%, abaixo dos 8,4% anteriores à perda de peso. Exame físico: pressão arterial:
128 x 72 mmHg; IMC: 34,2 kg/m2, circunferência abdominal: 97 cm. Exames séricos: hemograma e coagulograma
normais; albumina: 4,4 g/dL; aspartato aminotransferase:
42 U/L; alanina aminotransferase: 36 U/L; creatinina:
0,8 mg/dL; eletrólitos normais.
Para essa paciente, a conduta correta é
Para essa paciente, a conduta correta é
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