Mulher de 74 anos apresenta quadro de cefaleia e febre
há quatro dias. Ela tem diabetes tipo 2 e hipertensão e
está em uso de metformina e anlodipino. Não há viagem
recente. O histórico é positivo para erupção cutânea com
penicilina. Ao exame físico: sonolenta, confusa; temperatura: 38,2 ºC; pressão arterial: 142 x 92 mmHg; frequência cardíaca: 98 bpm; há rigidez de nuca; fundo de
olho sem papiledema; não há déficit neurológico focal. O
líquor evidencia pleocitose com predomínio de polimorfonucleares. Além da ceftriaxona, o agente antibacteriano que deve
ser administrado é
Mulher de 48 anos, na pós-menopausa, é avaliada em
consulta de retorno por diabetes mellitus tipo 2, hipertensão, obesidade e dislipidemia (HDL baixo; LDL e triglicérides elevados). Relata estar sobrecarregada com a pouca
melhora do controle glicêmico, mas se sente bem. Ela segue a dieta mediterrânea e faz exercícios desde a última
consulta; perdeu 6% do peso corporal, mas agora atingiu
um platô. O tratamento atual inclui: metformina, dapagliflozina, enalapril, anlodipino, indapamida e rosuvastatina.
A hemoglobina A1c recente é 7,9%, abaixo dos 8,4% anteriores à perda de peso. Exame físico: pressão arterial:
128 x 72 mmHg; IMC: 34,2 kg/m2, circunferência abdominal: 97 cm. Exames séricos: hemograma e coagulograma
normais; albumina: 4,4 g/dL; aspartato aminotransferase:
42 U/L; alanina aminotransferase: 36 U/L; creatinina:
0,8 mg/dL; eletrólitos normais. Para essa paciente, a conduta correta é
Homem de 56 anos apresenta quadro de tremor de repouso bilateral nos membros superiores há seis meses.
Ao exame físico, apresentava tremor de repouso bilateral
de frequência moderada, ligeiramente mais acentuado
no membro superior direito do que no esquerdo, e rigidez em roda dentada bilateral, que parecia ser igual em
ambos os membros; bradicinesia significativa que afeta
ambos os lados do corpo. Foi-lhe prescrita levodopa, que
teve pouco efeito sobre os sintomas. No acompanhamento, um ano depois, ele relata instabilidade significativa na
marcha. Nesse momento, o exame mostra dismetria bilateral, e sua marcha é ampla e ligeiramente cambaleante.
Uma ressonância magnética (imagem axial ponderada
em T2) é realizada e mostrada a seguir: Qual é o diagnóstico mais provável para esse paciente?
Paciente de 59 anos, com trombocitemia essencial JAK2-
-positiva, é reavaliado em consulta de retorno. O histórico é negativo para evento tromboembólico. Ele não toma
medicamentos e não tem outros problemas médicos. Hemograma atual: contagem de plaquetas: 1.350.000/mm3;
leucograma e hemoglobina: normais. Constitui a próxima conduta correta:
Homem de 65 anos, com hepatite B crônica e cirrose,
é avaliado no consultório. Ele não está em tratamento
para hepatite B. A ultrassonografia abdominal recente
não mostra nenhuma lesão suspeita no fígado. Exames
séricos: aspartato aminotransferase: 45 U/L; alanina aminotransferase: 34 U/L; razão normalizada internacional:
1,3; bilirrubina total: 1 mg/dL. Perfil sorológico da hepatite
B: HBeAg: negativo; anti-HBe: positivo; anti-HBs: negativo; HBsAg: positivo. DNA do vírus da hepatite B sérico:
3.000 UI/mL. Nesse momento, a conduta de escolha é
Mulher de 24 anos apresenta quadro de dor e edema no
braço esquerdo há cerca de um dia. O histórico é relevante para uso frequente de drogas ilícitas. Ao exame
físico, nota-se eritema na fossa antecubital esquerda e
na parte superior do braço, com dor significativa à palpação. Tomografia do braço esquerdo: há gás observado
em planos fasciais sugestivo de infecção necrotizante de
tecidos moles. Além do desbridamento cirúrgico de emergência, qual é o
regime antibiótico parenteral de escolha?
Homem de 76 anos com DPOC é atendido em consulta
de rotina. Ele é ex-fumante há quarenta anos e usa terapia inalatória combinada de tiotrópio e olodaterol. Relata piora progressiva da dispneia e aumento do volume
de escarro nos últimos seis meses, além de sudorese
noturna intermitente e mal-estar geral. Ao exame físico:
SatO2
: 94% em ar ambiente; pulmonar com murmúrio
vesicular reduzido difusamente. A espirometria mostra
(% do previsto): VEF1: 48%; capacidade vital forçada:
81%. Não há achados significativos nos exames de
sangue de rotina. Uma de três amostras de escarro
coletadas em dias separados é positiva para o complexo
Mycobacterium avium. A tomografia de tórax é mostrada
a seguir:Homem de 76 anos com DPOC é atendido em consulta
de rotina. Ele é ex-fumante há quarenta anos e usa terapia inalatória combinada de tiotrópio e olodaterol. Relata piora progressiva da dispneia e aumento do volume
de escarro nos últimos seis meses, além de sudorese
noturna intermitente e mal-estar geral. Ao exame físico:
SatO2: 94% em ar ambiente; pulmonar com murmúrio
vesicular reduzido difusamente. A espirometria mostra
(% do previsto): VEF1: 48%; capacidade vital forçada:
81%. Não há achados significativos nos exames de
sangue de rotina. Uma de três amostras de escarro
coletadas em dias separados é positiva para o complexo
Mycobacterium avium. A tomografia de tórax é mostrada
a seguir:
Considerando a principal hipótese diagnóstica, o próximo
passo mais apropriado no manejo desse paciente é
Mulher de 70 anos é avaliada devido a exames de
sangue anormais. Os antecedentes são notáveis para
hipertensão arterial, doença cardíaca isquêmica, doença
renal crônica estágio 3 e úlcera péptica prévia. Ela está
tomando ramipril, furosemida, suplementos de carbonato
de cálcio e vitamina D. Ela nega sintoma, exceto dor abdominal ocasional e dispepsia frequente. Ao exame físico, ela
está euvolêmica e a pressão arterial é de 110 x 80 mmHg.
Exames séricos: cálcio ajustado: 12,1 mg/dL (normal:
8,5 a 10,5); fosfato: 2,7 mg/dL (normal: 2,3 a 4,6);
bicarbonato: 37 mEq/L (normal: 22 a 26); proteína total:
6,0 g/dL; hormônio da paratireoide: baixo; 25-hidroxicolecalciferol: 50 ng/mL (normal: 20 a 48). Constitui a explicação mais provável para os achados
laboratoriais descritos:
Homem de 72 anos apresenta sangramento prolongado
no local da punção arterial após cateterismo cardíaco. A
heparina intravenosa é descontinuada. 24 horas depois,
ele apresenta um grande hematoma na virilha, e o local
da punção continua a apresentar sangramento, apesar
da compressão. Ele não tem histórico de sangramento
anormal. O perfil metabólico básico é normal. Outros
resultados laboratoriais mostram: hematócrito: 27% (na
admissão: 38%); plaquetas: 210.000/mm3; razão normalizada internacional: 1,2; tempo de tromboplastina parcial
ativada: 85 segundos. A próxima conduta que deve ajudar a determinar a causa
do sangramento nesse paciente é solicitar