Homem de 56 anos apresenta-se com dispnéia progressiva há dois anos, agora a médios esforços. Questionado, relata tosse produtiva matinal, mas nega febre ou hemoptise. É tabagista desde os 18 anos. O exame físico mostra mucosas acianóticas, pulsos amplos e simétricos, sem edema. A ausculta cardiovascular é normal, mas a pulmonar revela murmúrio rude difusamente diminuído. O tórax mostra aumento do diâmetro antero-posterior. A espirometria realizada há seis meses revela um volume espiratório forçado no primeiro segundo (VEF1) de 62% do previsto sem resposta ao broncodilatador. Faz uso de beta2-agonista de curta ação associado a anticolinérgico, conforme demanda.
Nesse caso, segundo a iniciativa GOLD, deve-se indicar: