Durante a análise de cada uma das Atividades de Vida Diária (AVDs) e Atividades Instrumentais de Vida Diária (AIVDs), é importante observar todos os aspectos que participam de cada uma das tarefas. Por exemplo, vestir uma camiseta: envolve os aspectos motores e sensitivos, planejamento, atenção, memória e aprendizado. Como é possível observar, são necessários diversos aspectos para realizar uma simples tarefa cotidiana, obrigando os pacientes com sequelas por lesão neurológica a reaprender a executar cada uma delas.
I. As Atividades Instrumentais de Vida Diária (AIVDs) se dividem em 11 categorias: banho (chuveiro / banheira), controle urinário e vesical, uso do vaso sanitário, vestuário, alimentação, habilidade funcional, autocuidado, higiene, arrumar-se, atividade sexual e dormir;
II. Durante a avaliação das Atividades de Vida Diária (AVDs), é necessário considerar alguns fatores sobre o cliente, tais como seu desenvolvimento após a lesão, aspectos físicos (amplitude de movimento articular, força muscular, coordenação, sensibilidade e equilíbrio), a determinação dos potenciais e déficits e a necessidade de equipamentos;
III. As Atividades de Vida Diária (AVDs) se dividem em 11 categorias: cuidado com os outros, cuidado com os animais, cuidado com as crianças, comunicação, locomoção na comunidade, lidar com as finanças, cuidado com a saúde, atividades de cuidado da casa, preparo de uma refeição, limpeza, procedimentos de segurança e emergência;
IV. Durante o tratamento, é preciso medir o grau de independência do cliente, ou seja, a capacidade dele realizar uma tarefa por si mesmo ou se é necessário auxilio. Os níveis de independência podem ser em nulo, mínimo, moderado ou máximo, sendo necessário considerar fatores como segurança, quantidade e tipo de auxilio necessário, qualidade (com que a tarefa é executada) e adequação do cliente com relação às atividades e possíveis mudanças.
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