Leia o Texto 5 para responder a questão.
Texto 5
Canção do Baú
Mário Quintana
Sempre-viva ... Sempre-morta ...
Pobre flor que não teve infância!
E que a gente, às vezes, pensativo encontra
Nos baús das vovozinhas mortas ...
Uma esperança que um dia eu tive
Flor sem perfume, bem assim que foi:
Sempre morta ... Sempre viva ...
No meio da vida caiu e ficou!
NARIZ DE VIDRO. São Paulo: Moderna, 2003. p. 58.
Para produzir os efeitos de sentidos pretendidos, o autor recorre à