Para Spolin, o jogo é um conjunto de regras que o jogador aceita compartilhar. Segundo a autora, as regras serviriam para
estabelecer um mundo paralelo, imaginativo, sem conexões com as dificuldades da vida real.
treinar os indivíduos para as demandas da vida adulta, como as da profissionalização.
manter o jogador no jogo, estabelecendo contato e comunicação com os outros participantes.
promover aprendizado de limites pessoais, permitindo realizar a autocrítica de suas características.
restringir a liberdade do jogador, analogamente às restrições das regras sociais.
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