Os anos 70 do século XX se caracterizam, no contexto do Serviço Social, pela tentativa de uma reforma curricular que contemplasse e reafirmasse o compromisso com a classe trabalhadora, ao mesmo tempo em que pudesse modernizar-se para potencializar os alunos para enfrentar as mudanças no mercado de trabalho e se firmarem como profissionais indispensáveis para efetivação do neoliberalismo.