Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Caeté-MG
Articulação indígena nas redes sociais mobiliza
campanhas e protestos em defesa de seus territórios
Priscila Tapajowara cresceu ouvindo histórias dos mais velhos sobre a invasão pelo garimpo ilegal e testemunhando os danos ambientais dessa atividade na região de Santarém, no Oeste do Pará. Apaixonada por câmeras, aprendeu a registrar o cotidiano de seu mundo, filmando tanto a exuberância da floresta e a riqueza cultural do povo Tapajó quanto a destruição causada por caçadores de ouro nas terras indígenas. Hoje, aos 29 anos, formada em Produção Audiovisual, Priscila é comunicadora da “Mídia Índia”, coletivo formado por membros de diferentes etnias e presente nas várias plataformas virtuais.
– As redes sociais são os meios que temos para mostrar sobre nossas lutas e articular a presença dos nossos parentes em espaços políticos – diz Priscila, que, em abril, estava em Brasília junto com milhares de ‘parentes’ durante o Acampamento Terra Livre (ATL) protestando contra projetos de lei que tramitam no Congresso Nacional e podem levar riscos para as reservas.
(Disponível em: https://oglobo.globo.com/um-so-
planeta/noticia/2022/06/articulacao-indigena-nas-redes-sociais-
mobiliza-campanhas-e-protestos-em-defesa-de-seus-territorios.ghtml.
Adaptado.)
Dentre as grandes discussões e polêmicas referentes às questões indígenas do Brasil, atualmente, podemos apontar o tema “marco temporal”, que: