A equipe multidisciplinar de terapia nutricional (EMTN) de um hospital foi chamada para avaliação de um paciente transferido para a unidade de terapia intensiva (UTI) e relatou no prontuário: Homem, 51 anos, internado a quatro dias por infecção de COVID-19, estava se alimentando por via oral com 80% de aceitação da dieta oferecida. Ontem apresentou síndrome da angústia respiratória aguda necessitando de ventilação mecânica, sem edema pulmonar e hoje, pela manhã, fez exame de imagem que evidenciou sonda nasoentérica, sendo solicitado início da terapia nutricional enteral. No momento, o paciente encontra-se hemodinamicamente estável, sedado, com sinais vitais dentro da normalidade, peristalse presente, função intestinal normal, diurese presente e sem edema. O nutricionista da EMTN tinha disponível as seguintes fórmulas enterais/dieta:
Fórmula/ Dieta | Características da Fórmula/Dieta | Forma dos Macronutrientes |
1 | Proteínas: 16% Carboidratos: 54% Lipídeos: 29% Osmolaridade: 510mOsm/kg 1.500kcal/L | Soro do leite Maltodextrina Triglicerídeo de cadeia média |
2 | Proteínas: 15% Carboidratos: 55% Lipídeos: 30% Osmolaridade: 300mOsm/kg 1.000kcal/L | Caseína Maltodextrina Óleo de canola e óleo de peixe |
De acordo com o quadro clínico apresentado e a composição das dietas disponíveis, a dieta mais adequada para esse caso e suas características, respectivamente, são: