Adolescente, sexo feminino, apresenta, há 14 dias, febre
baixa persistente, dor de garganta intensa (odinofagia),
com dificuldade para engolir, e uma fadiga intensa que a
impede de frequentar a escola e participar de suas atividades usuais. A mãe informa que, nos primeiros dias dos
sintomas, ela foi tratada com amoxicilina por um médico,
suspeitando de faringite estreptocócica. No entanto, a
febre e a odinofagia não melhoraram, e ela desenvolveu
um rash maculopapular difuso, que durou alguns dias
após o início do antibiótico. Ao exame físico, a paciente
apresenta-se pálida. Há amígdalas hiperemiadas e edemaciadas com exsudato branco-acinzentado, e a faringe
posterior está difusamente eritematosa. Observa-se linfadenopatia cervical posterior bilateral, com linfonodos
de 1-2 cm, móveis e discretamente dolorosos. O baço
é palpável a 2 cm do rebordo costal esquerdo, e o
fígado não é palpável. Não há rash ativo no momento
do exame. Os exames laboratoriais iniciais do pronto-socorro revelam:
• Hemograma: leucócitos: 16.000/mm3 (com 65% de linfócitos, dos quais 30% são linfócitos atípicos); hemoglobina: 13,2 g/dL; plaquetas: 280.000/mm3.
• Transaminases: AST 90 U/L, ALT 105 U/L.
• Teste rápido para strep A: negativo.
Quais são o diagnóstico mais provável e o achado que mais reforça essa hipótese, em detrimento de outras causas infecciosas?
• Hemograma: leucócitos: 16.000/mm3 (com 65% de linfócitos, dos quais 30% são linfócitos atípicos); hemoglobina: 13,2 g/dL; plaquetas: 280.000/mm3.
• Transaminases: AST 90 U/L, ALT 105 U/L.
• Teste rápido para strep A: negativo.
Quais são o diagnóstico mais provável e o achado que mais reforça essa hipótese, em detrimento de outras causas infecciosas?