Foram encontradas 40 questões.
Lactente de 9 meses, sexo masculino, que ainda não
deambula, é trazido ao pronto-socorro por sua avó
paterna. Ela relata que o bebê “caiu da mesa de trocar
fraldas” cerca de 12 horas antes, enquanto ela se virava para pegar uma fralda. A avó nega quaisquer outras
lesões ou incidentes prévios e expressa preocupação
com o “exagero” das enfermeiras ao questionar a história. Ao exame físico, o bebê está pálido e letárgico, com
equimoses bilaterais periorbitárias, um inchaço evidente no antebraço esquerdo e uma equimose na região
lombar. Chora intensamente ao toque suave no antebraço esquerdo. A radiografia do antebraço esquerdo
revela uma fratura em espiral da ulna. Uma radiografia
completa do esqueleto (solicitada pela equipe de enfermagem devido à suspeita) mostra, além da fratura
recente, uma fratura metafisária da tíbia direita em
estágio de consolidação avançada (antiga). A tomografia computadorizada de crânio (realizada devido à letargia) identifica um pequeno hematoma subdural crônico.
Qual é a avaliação diagnóstica mais provável e a conduta inicial mais adequada para esse lactente?
Qual é a avaliação diagnóstica mais provável e a conduta inicial mais adequada para esse lactente?
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Adolescente, sexo feminino, de 12 anos, sem história
prévia de doenças, é trazida ao pronto-socorro pela mãe,
que relata poliúria, polidipsia e perda de peso há cerca
de 2 semanas. Nas últimas 12 horas, a paciente evoluiu
com dor abdominal intensa, náuseas e vômitos persistentes, e letargia crescente. Ao exame físico, apresenta-
-se com esforço respiratório acentuado, respiração de
Kussmaul, hálito cetônico, mucosas muito secas, tempo
de enchimento capilar de 3 segundos, FC: 130 bpm,
PA: 90 × 60 mmHg. A paciente está letárgica, mas
responsiva a estímulos verbais. Exames laboratoriais
iniciais revelam: glicemia: 780 mg/dL; pH arterial: 6.98;
HCO3: 4 mEq/L; pCO2: 18 mmHg; sódio: 136 mEq/L;
potássio: 5.8 mEq/L.
Qual é a estratégia de manejo correta e segura para essa adolescente?
Qual é a estratégia de manejo correta e segura para essa adolescente?
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Uma puérpera primípara de 18 anos, residente em uma
comunidade rural de difícil acesso e com ensino fundamental incompleto, deu à luz um recém-nascido (RN)
pré-termo tardio (36 semanas de idade gestacional),
com peso de 2.200g, por parto vaginal, em uma maternidade de alto risco. O RN permaneceu internado por
7 dias devido à dificuldade de ganho ponderal e icterícia, recebendo alta hospitalar em bom estado geral,
exclusivamente em aleitamento materno. Durante a
“alta qualificada” realizada pela equipe multiprofissional
da maternidade, a mãe foi orientada a procurar a Unidade Básica de Saúde (UBS) de sua referência para
o primeiro acompanhamento do bebê. No entanto, a
puérpera expressou à equipe médica da maternidade
sua apreensão quanto à dificuldade de acesso à UBS,
citando a distância significativa e a ausência de transporte público regular na região em que reside, além da
falta de rede de apoio familiar próxima para auxiliá-la.
O pediatra da UBS de referência, ao ser informado do
caso pela maternidade, precisa agir em conformidade
com as diretrizes da PNAISC.
Considerando a situação descrita e os princípios e eixos estratégicos da Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Criança (PNAISC), qual é a conduta mais adequada a ser adotada pelo pediatra da UBS, em conformidade com a Portaria MS/GM no 1.130/2015?
Considerando a situação descrita e os princípios e eixos estratégicos da Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Criança (PNAISC), qual é a conduta mais adequada a ser adotada pelo pediatra da UBS, em conformidade com a Portaria MS/GM no 1.130/2015?
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Lactente, sexo masculino, com 5 meses, é levado ao
pronto-socorro pelos pais que relatam que o bebê apresentou coriza e tosse leve por 3 dias, seguidos por um
aumento do esforço respiratório e chiado no peito nas
últimas 24 horas. O bebê não tem histórico de episódios anteriores de chiado, alergias ou doenças crônicas.
Ao exame físico, está com temperatura de 37,5 ºC, apresenta batimento de asa nasal, tiragens subcostais e, à
ausculta pulmonar, alguns roncos e sibilos expiratórios.
A saturação de oxigênio é de 94% em ar ambiente. Qual
é o diagnóstico mais provável para esse lactente?
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Lactente, com 2 anos, sexo masculino, previamente
hígido, é trazido ao pronto-socorro com história de episódios recorrentes de sangramento retal indolor nas
últimas 48 horas. Os pais relatam que as fezes são
ora vermelho-vivo, em grande volume, ora melena.
O paciente está pálido e letárgico, mas sem queixas de dor abdominal significativa, febre ou vômitos.
Ao exame físico, apresenta-se com perfusão periférica normal, taquicardia leve (FC 120 bpm), palidez
cutâneo-mucosa acentuada e abdome flácido, indolor
à palpação, sem massas. O toque retal revela fezes
escurecidas e coágulos frescos. Hemograma de urgência mostra hemoglobina de 6,5 g/dL.
Com base no caso apresentado, quais são o diagnóstico mais provável e a conduta inicial mais adequada?
Com base no caso apresentado, quais são o diagnóstico mais provável e a conduta inicial mais adequada?
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Adolescente, sexo feminino, apresenta, há 14 dias, febre
baixa persistente, dor de garganta intensa (odinofagia),
com dificuldade para engolir, e uma fadiga intensa que a
impede de frequentar a escola e participar de suas atividades usuais. A mãe informa que, nos primeiros dias dos
sintomas, ela foi tratada com amoxicilina por um médico,
suspeitando de faringite estreptocócica. No entanto, a
febre e a odinofagia não melhoraram, e ela desenvolveu
um rash maculopapular difuso, que durou alguns dias
após o início do antibiótico. Ao exame físico, a paciente
apresenta-se pálida. Há amígdalas hiperemiadas e edemaciadas com exsudato branco-acinzentado, e a faringe
posterior está difusamente eritematosa. Observa-se linfadenopatia cervical posterior bilateral, com linfonodos
de 1-2 cm, móveis e discretamente dolorosos. O baço
é palpável a 2 cm do rebordo costal esquerdo, e o
fígado não é palpável. Não há rash ativo no momento
do exame. Os exames laboratoriais iniciais do pronto-socorro revelam:
• Hemograma: leucócitos: 16.000/mm3 (com 65% de linfócitos, dos quais 30% são linfócitos atípicos); hemoglobina: 13,2 g/dL; plaquetas: 280.000/mm3.
• Transaminases: AST 90 U/L, ALT 105 U/L.
• Teste rápido para strep A: negativo.
Quais são o diagnóstico mais provável e o achado que mais reforça essa hipótese, em detrimento de outras causas infecciosas?
• Hemograma: leucócitos: 16.000/mm3 (com 65% de linfócitos, dos quais 30% são linfócitos atípicos); hemoglobina: 13,2 g/dL; plaquetas: 280.000/mm3.
• Transaminases: AST 90 U/L, ALT 105 U/L.
• Teste rápido para strep A: negativo.
Quais são o diagnóstico mais provável e o achado que mais reforça essa hipótese, em detrimento de outras causas infecciosas?
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Pré-escolar com 3 anos e 11 meses, sexo masculino,
morador de área carente de seu município, apresenta
ressecamento da conjuntiva e córnea, fotofobia e dificuldade para enxergar em ambientes escuros. Apresenta
pele seca e a análise da curva de crescimento mostra
peso abaixo do escore- z -2.
Entre outras carências, a forte evidência de deficiência de vitamina
Entre outras carências, a forte evidência de deficiência de vitamina
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Adolescente, 12 anos, sexo feminino, é trazida por sua
mãe que acha que sua filha está muito pálida, principalmente com o início das menstruações. Apresenta um
hemograma com os seguintes resultados: eritrócitos:
4.500.000/mm3
; hemoglobina: 9,3g/dL; hematócrito: 31%;
VCM: 71 fl; HCM: 22 pg; RDW: 16%. Leucometria com
6.100/mm3
(0% basófilos, 4% eosinófilos, 1% bastões,
59% segmentados; 29% linfócitos típicos; 6% monócitos)
e plaquetometria de 160.000/mm3.
A melhor conduta para se confirmar a principal hipótese diagnóstica é:
A melhor conduta para se confirmar a principal hipótese diagnóstica é:
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Lactente, sexo feminino, 18 meses, com diagnóstico
prévio de dermatite atópica, é trazida ao pronto-socorro
pelos pais. Eles relatam uma agudização grave das
lesões há 3 dias, com intenso prurido que a impede de
dormir e comer bem. Ao exame físico, apresenta placas
eritematosas, escoriadas nas fossas antecubitais e
poplíteas, com algumas pápulas vesiculosas. Há também
lesões eritematosas e descamativas na região perioral
e nas bochechas, além de uma placa eritematosa na
região de fraldas. Não há sinais de infecção secundária
evidente. Os pais já utilizavam hidratante intensivo.
Nesse caso, qual das seguintes condutas é a mais adequada?
Nesse caso, qual das seguintes condutas é a mais adequada?
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Mãe, durante a consulta de puericultura aos 6 meses de
idade, solicita orientações sobre a alimentação complementar de seu filho que ainda permanece em regime de
amamentação exclusiva.
Assinale a alternativa que contém a orientação correta.
Assinale a alternativa que contém a orientação correta.
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