Um paciente de 38 anos chega para atendimento na emergência de um hospital geral queixando-se de dor torácica. Durante a anamnese, o médico identifica uso de cocaína, de forma ininterrupta, por uma semana, tendo sido a última vez na noite anterior ao atendimento. O exame físico e ECG não apresentam anormalidades. Durante a avaliação do exame de estado mental, observa-se quadro de intensa desesperança em relação à sua melhora, e o paciente diz não conseguir imaginar um futuro para si, repetindo sempre que “não tenho jeito, sou todo estragado mesmo” (sic). Já apresentou 3 tentativas prévias de suicídio e diz que não quer mais viver.
Com relação ao caso descrito, espera-se que a conduta do médico plantonista mais assertiva inclua: