

Em 1250, iniciou-se o período denominado Ars Nova, associado a compositores como Guillaume de Machaut e Phillipe de Vitry. Uma das práticas musicais utilizadas nesse período foi o isorritmo, que consistia em um padrão rítmico que era repetido por toda a obra. As composições desse período eram caracteristicamente monofônicas, e, nesse período, desenvolveu-se um novo sistema de escrita rítmica, com ênfase na divisão ternária do tempo em detrimento da divisão binária, que era o padrão anterior, da escola de Notre Dame.