Sabemos que as práticas micropolíticas emergem nas
ações ordinárias. No contexto da arte-educação, a
estética do cotidiano como práxis pedagógica implica
uma mudança paradigmática na compreensão do que
constitui experiência artística legítima. Considerando
essa perspectiva teórica, qual alternativa descreve como
a estética do cotidiano pode funcionar como dispositivo
de resistência epistêmica no ensino da Arte?