“Ao identificar o comportamento suicida a partir do método utilizado para prática desse comportamento, os/as profissionais deixam de compreender os vários fatores que se fazem presentes e podem não intervir de forma integral, ou seja, as práticas de cuidado terão como foco apenas os fatores de estabilização dos sinais vitais, e procedimentos realizados como lavagem gástrica, acesso venoso, entre outros (...)” (Gonçalves, Silva e Ferreira, 2015). Dando sequência a esta afirmação, para os autores, esse foco acaba por EXCLUIR: