A construção da identidade do Sistema Único de Assistência Social e sua configuração tem sua centralidade bem definida no órgão gestor próprio, por instância de governo. Estruturas paralelas que tangenciam as esferas estatais só dividem e diluem as responsabilidades do Estado, obstaculizando a garantia dos direitos socioassistenciais à população.
Nessa perspectiva, é correto afirmar que o desenho próprio de gestão desse Sistema, sua coordenação e sua execução, em cada uma das esferas de governo, devem obedecer à diretriz do comando