Morais (2012) trabalha a partir da teoria da psicogênese da escrita de Emilia Ferreiro e Ana Teberosky. Para o autor, é preciso reconhecer que as “regras de funcionamento” ou propriedades do sistema não estão dadas ao aprendiz da escrita alfabética, o que faz com que, de início, ele não saiba como as letras funcionam e apresente uma visão diferente daquela dos adultos alfabetizados. Na perspectiva de Morais, isso implica compreender que a tarefa do alfabetizando é