O bom desempenho profissional do jornalista em assessoria de imprensa não depende apenas de conhecimento técnico. A própria existência da atividade, de acordo com Maristela Mafei (2004), precisa ser compreendida em seus aspectos históricos, inclusive para se delimitar os campos de ação de jornalistas e profissionais de Relações Públicas.
(MAFEI, M. Assessoria de Imprensa: como se relacionar com a mídia. São Paulo: Contexto, 2004.)
Sobre os aspectos históricos em questão, considere as afirmativas a seguir.
I. No processo de consolidação do capitalismo, o desenvolvimento industrial propiciou a formação das massas de trabalhadores e, com elas, as associações e os sindicatos que criaram suas próprias publicações. Em resposta, os empregadores criaram jornais direcionados aos seus funcionários, os primeiros house organs, ou as “publicações da casa”.
II. Andrew Jackson, presidente dos Estados Unidos, é considerado precursor dos house organs na área governamental, ao lançar em 1829 o The Globe.
III. Os primeiros registros de prática das assessorias de Relações Públicas e de Imprensa no Brasil são do início do século XX. Durante o governo do presidente Nilo Peçanha (1909-1910), o Ministério da Agricultura, Indústria e Comércio lançou o serviço informativo Secção de Publicações e Bibliotheca.
IV. O golpe de estado de Getúlio Vargas, em 1937, levou à instituição do Estado Novo – e à criação do Departamento de Imprensa e Propaganda (DIP) – que instituiu uma censura generalizada no país e extinguiu o funcionamento das assessorias de Relações Públicas e de Imprensa no Brasil.
Assinale a alternativa correta.