Existem poucas pesquisas ou trabalhos no Brasil que abordam as interpretações na modalidade Libras-Língua Portuguesa oral, a “versão voz” ou vocalização. Entre as realizadas, encontra-se a de Albres (2010). Analise as afirmações abaixo sobre essa prática interpretativa.
I. Nesse tipo de interpretação, o profissional não fica entre o emissor e o receptor; o destaque vai para o intérprete e não para o sinalizador. Assim, sua voz deve passar credibilidade e segurança para os ouvintes.
II. O intérprete deve estar atento ao objetivo do emissor em Libras. Se o ILS estiver centralizado no emissor, revelando sua opinião, sua emoção, então deve prevalece a 1ª pessoa do singular, interjeições e exclamações.
III. O intérprete tem certa autonomia para captação e imitação do texto-base, sempre levando em consideração as características culturais e linguísticas inerentes ao emissor.
IV. A autora sugere que seria interessante o intérprete ter um treinamento para desenvolver vozes de crianças, idosos, medo, agressividade, entre outras. Isso quer dizer que se formos interpretar uma criança teríamos de performatizar uma voz infantilizada.
São explicações CORRETAS sobre as práticas em vocalização mencionadas, apenas: