Leia o texto para responder às questões de números 09 e 10.
“Eu percebi que a profissional usava muitos termos técnicos, misturava algumas técnicas de terapia e aquilo me acendeu um alerta. Eu pedi o número do CRP dela e ao consultar vi que o nome do registro não era o mesmo para o qual eu havia feito o pagamento da consulta. Apenas o primeiro nome e um dos sobrenomes eram iguais.”
Ao notar que a mulher usava o cadastro de outra profissional, a advogada afirma que entrou em contato com a falsa psicóloga e pediu o ressarcimento do valor pago pelo atendimento, o que foi aceito pela mulher. Em seguida, ela procurou nas redes sociais a verdadeira psicóloga.
(https://noticias.uol.com.br/cotidiano, 15.06.2023. Adaptado)
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