Paulo Freire, em seu livro Educação como prática da liberdade, observa que “O homem [...] não capta o dado da realidade, o fenômeno, a situação problemática pura. Na captação, juntamente com o problema, com o fenômeno, capta também seus nexos causais. Apreende a causalidade.” Nesse contexto, a profundidade da compreensão deriva da compreensão da causalidade autêntica, não apenas de um entendimento mínimo.
Essa compreensão mais profunda é expressão