“A negação da alegria simples, tosca, vulgar, venal, servil – em uma palavra, natural – que constitui o sagrado ambiente da cultura, implica a afirmação da superioridade dos que conseguem satisfazer-se com aqueles prazeres sublimados, refinados, desinteressados, gratuitos e distintos que são eternamente vetados aos profanos. É por isso que a arte e o consumo cultural são predispostos, consciente e deliberadamente ou não, a desempenhar a função social de legitimar as diferenças sociais” (BOURDIEU, P. apud APPLE, M., 2002).
A crítica apresentada por Pierre Bourdieu na citação acima serve de embasamento para a seguinte concepção de “currículo”:
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