Anna e Marc Burbridge (2012), no estudo sobre a gestão de conflitos nas organizações, analisam como a visão sistêmica, já popularizada no planejamento empresarial, “aplica-se à gestão de conflitos, pois evita que as pessoas focalizem apenas o conflito explícito sem enxergar o que provocou ou está provocando o conflito” e que “da mesma forma, estimula uma visão ampla das potenciais ações para resolver o problema com a melhor relação custo/benefício”. Os autores argumentam que há conflitos facilmente perceptíveis pela observação dos comportamentos dos envolvidos, mas que há outros dissimulados, indicados, apenas, pela “falta de cooperação entre as pessoas, as altas taxas de rotatividade e o baixo nível de motivação dos indivíduos ou grupos”. Por isso, eles indicam que “o gestor precisa construir e manter canais de comunicação transparentes, sempre abertos, particularmente com aqueles
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