Foram encontradas 50 questões.
Um usuário estava lendo o conteúdo de uma página na internet, por meio do Google Chrome, versão 108, em sua configuração padrão, e rolando o texto para baixo por meio de cliques do mouse na seta para baixo da barra de rolagem da página. Então, lembrou-se de outra página para ler e acionou a tecla , que mudou o foco para a barra de endereços para que pudesse digitar o endereço da página lembrada.
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do enunciado.
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- EscritórioMicrosoft OfficePowerpointVersões do PowerpointMicrosoft PowerPoint 2016 e 365Powerpoint 2016
O diretor da escola elaborou uma apresentação por meio do MS-PowerPoint 2016, em sua configuração padrão, contendo 5 slides, na qual o slide número 2 está marcado como oculto. Com o slide 3 sendo editado, o diretor inicia a apresentação por meio da tecla F5. Em seguida, aciona a tecla seta para baixo e, depois, a tecla PgDn. Nesse momento, o slide em visualização na apresentação é:
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- EscritórioMicrosoft OfficeExcelVersões do ExcelExcel 2016
- EscritórioMicrosoft OfficeExcelFórmulas e Funções do Excel
A imagem a seguir mostra uma planilha elaborada por meio do MS-Excel 2016, em sua configuração padrão.

Ao preencher a fórmula =MAIOR(5;1) na célula B5, o valor exibido por esta será:
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- Sistemas OperacionaisWindowsVersões do WindowsWindows 10
- Sistemas OperacionaisWindowsFuncionalidades do WindowsGerenciamento de Arquivos e PastasWindows Explorer
O ícone exibido a seguir, localizado no grupo Organizar da guia Início do aplicativo Explorador de Arquivos do MS-Windows 10, ambos em configuração padrão, foi acionado após um usuário selecionar um arquivo.

Acionar o ícone
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Um usuário do MS-Word 2016, em sua configuração padrão, digitou dois parágrafos e formatou-os com marcadores, conforme a imagem a seguir.

Em seguida, com o cursor posicionado onde se vê na imagem, acionou a tecla Tab uma vez. Assinale a alternativa que apresenta o resultado da ação mencionada.
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A formação de professores, inicial e continuada, é tema recorrente nas análises e debates respeito da qualidade da educação básica nos sistemas públicos de ensino e, como observa Naura S. C. Ferreira (2008), “os nexos entre a administração da educação, as políticas educacionais e a formação de profissionais da educação são de primeira grandeza”. Com essa compreensão, Lino de Macedo (2005) aborda esse tema discutindo: “professores que aprendem”, “interdependência entre ensinar e aprender”, “a escola e a sociedade de hoje” e “contextos de aprendizagem do professor”. Macedo analisa três contextos de aprendizagem do professor: o da sala de aula, com um trabalho intencionado, avaliado e recriado; o da formação continuada nos projetos da instituição; o da relação com os colegas de trabalho no cotidiano. Ele afirma: “Valorizo os contextos de formação continuada em que os professores podem refletir sobre seus esquemas de ação, atitudes, sentimentos etc., praticados durante a aula”. Com foco de abordagem semelhante, Madza Ednir e outros (2006), dirigindo-se a gestores escolares, no item “motivando e criando senso de direção”, apresentam 4 questões que provocam esse refletir: – O que você fez bem?; – O que deu certo?; – O que você faria diferente numa próxima ocasião?; – O que outra pessoa poderia fazer para ajudar você? Pela reflexão que provocam, essas questões “podem ajudar a tornar qualquer reunião de trabalho uma real oportunidade
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Heloísa Lück (2010) aborda a gestão da cultura e do clima organizacional da escola e discute, entre outras questões, a da responsabilidade dessa gestão no sentido de eliminar o fosso existente entre a cultura organizacional da escola e a cultura educacional desejável para efetivar o processo educativo com a qualidade a que os educandos têm direito. Os valores, os modos de pensar, sentir e agir que sustentam o cotidiano da escola, ou seja, sua cultura organizacional (construída pelas interações e aprendizagens dos sujeitos que a integram, ao longo do tempo) manifestam-se no clima organizacional, parte mais aparente dessa cultura, mais influenciável pelos acontecimentos e que aponta para a possibilidade dinâmica de incorporação de mudanças pela cultura. Lück apoia-se em estudos de Sander, de Sena e de Thurler para defender que a abertura da cultura e do clima organizacional da escola para promover os avanços necessários no processo educativo dependem de uma gestão que
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Anna e Marc Burbridge (2012), no estudo sobre a gestão de conflitos nas organizações, analisam como a visão sistêmica, já popularizada no planejamento empresarial, “aplica-se à gestão de conflitos, pois evita que as pessoas focalizem apenas o conflito explícito sem enxergar o que provocou ou está provocando o conflito” e que “da mesma forma, estimula uma visão ampla das potenciais ações para resolver o problema com a melhor relação custo/benefício”. Os autores argumentam que há conflitos facilmente perceptíveis pela observação dos comportamentos dos envolvidos, mas que há outros dissimulados, indicados, apenas, pela “falta de cooperação entre as pessoas, as altas taxas de rotatividade e o baixo nível de motivação dos indivíduos ou grupos”. Por isso, eles indicam que “o gestor precisa construir e manter canais de comunicação transparentes, sempre abertos, particularmente com aqueles
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Sylvia C. Vergara (2009) aborda temas envolvidos na gestão de pessoas, foco dessa sua obra. Entre eles, consta o da liderança, que a autora, citando W. Bennis (1996), “diz que é como a beleza: difícil de definir, mas fácil de reconhecer”. Vergara lembra que “a liderança é a capacidade de exercer influência sobre indivíduos e grupos”, e que ela se faz necessária para “magnificar a cooperação e direcionar os conflitos para seus aspectos contributivos de mudança e de criatividade” para que as organizações, mesmo as virtuais, alcancem seus objetivos, exerçam sua missão. A autora revisita as teorias sobre liderança: a dos traços de personalidade, a dos estilos de liderança e a contingencial.
Assinale a alternativa que apresenta, corretamente, a análise de Vergara sobre uma dessas teorias.
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No âmbito escolar, a participação significa a intervenção dos profissionais da educação e dos usuários (alunos e pais); nesse sentido, faz-se necessário um trabalho coletivo e de gestão participativa. Diante do exposto, o supervisor pedagógico tem um papel relevante nesse contexto. Para Evangelista e Freire (in: Rangel e Freire, 2010), as expectativas quanto à educação neste século XXI e ao papel dos educadores, mais especificamente dos supervisores pedagógicos, terão como mote principal a construção de um olhar crítico sobre a realidade escolar hodierna e as possibilidades que o supervisor pode apresentar como profissional
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