No texto Populações indígenas, povos tradicionais e preservação
na Amazônia, Manuela Carneiro da Cunha e Mauro de Almeida
afirmam o seguinte: “Durante muito tempo, existiu entre antropólogos,
conservacionistas, governantes e as próprias populações
tradicionais aquilo que um antropólogo chamou, em outro
contexto, de ‘mal-entendido útil’. Esse mal-entendido gira em
torno do que se pode chamar de essencialização do
relacionamento entre as populações tradicionais e o meio
ambiente” (Cunha e Almeida, 2009, p. 13). Na base dessa essencialização está o mito:
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Analista Ministerial - Perícia/Antropologia
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