Caso clínico para a questão.
Um paciente — motociclista com capacete —, vítima de acidente moto contra automóvel, foi ejetado da moto e apresentou impacto frontal direto do corpo contra anteparo fixo, sendo desconhecida a velocidade dos veículos quando da colisão. O paciente foi intubado na cena do trauma pela equipe médica, com colar cervical e prancha longa, e levado por unidade móvel avançada ao pronto-socorro. Sua avaliação primária era a seguinte: sob intubação orotraqueal com colar cervical; murmúrio vesicular abolido à direita, hemitórax direito timpânico à percussão; frequência cardíaca de 120 bpm, pulso filiforme, tempo de enchimento capilar maior que 3 s, extremidades frias, abertura de sínfise púbica em torno de 2 cm; pupilas isocóricas e fotorreagentes, Glasgow 3T; múltiplas escoriações em membros inferiores, aumento de volume e deformidade de coxa direita, ferimento corto-contuso extenso em couro cabeludo parietal à direita; ao toque retal, próstata tópica, sem espículas ósseas.
Considere que o paciente tenha sido submetido a medidas de reanimação, mas não tenha apresentado melhora dos parâmetros hemodinâmicos, e que tenha sido realizado FAST na sala do trauma francamente positivo. Nesse caso, a conduta a ser tomada é