No paradigma inclusivo deve-se entender a identidade como móvel e não como algo que está fixado nas pessoas. Nas escolas que se consideram inclusivas, os alunos não podem ser rotulados ou estigmatizados por professores ou especialistas. Cada aluno é único. Carrega uma singularidade, uma personalidade peculiar, a sua identidade. A diferença, que produzimos nas esferas educacionais, nada mais representa que uma característica que se atribui às crianças como algo que as diferencie de outras crianças. Assim, toda diferença pode ser (e deveria) ser compreendida como um traço característico de cada pessoa e não como diferença.
Na perspectiva de uma escola sem diferenças, que dimensão NÃO deve estar presente: