Em Ctrl+Art+Del: distúrbios em arte e tecnologia (2010),
Fabio Oliveira Nunes argumenta que a arte tecnológica
opera por meio de “distúrbios”, desestabilizando a percepção e as fronteiras entre o orgânico e o maquínico.
Em vez de buscar uma interação harmoniosa, muitas
obras criam zonas de ruído, erro e contaminação. Nessa
perspectiva, o papel do corpo na arte tecnológica é,
fundamentalmente, o de