Na antropologia britânica, destaca Adam Kuper (1978), dificilmente poder-se-ia escrever a respeito de complexos de crenças e ações místicas envolvendo bruxaria, pajés, oráculos e magia sem fazer referência ao nome de . Escrevendo sobre o povo zande do Sudão, esse antropólogo argumentou que tais crenças estão mutuamente relacionadas e constituem um sistema único, abrangente e que se sustenta a si mesmo. Para os zandes, a crença nos agente místicos do mal consiste no fato de ela fornecer, ao mesmo tempo, uma explicação para infortúnios e um meio de combatê-los. Em sua clássica monografia, ele descreve, com riqueza de detalhes, a importância atribuída pelos zandes aos oráculos, especialmente o oráculo do veneno.
O nome que completa corretamente a lacuna é: