Para Carvalho (2004), uma escola inclusiva não prepara para a vida, ela é a própria vida que flui devendo possibilitar, do ponto de vista político, ético e estático, o desenvolvimento da sensibilidade e da capacidade crítica e construtiva dos alunos – cidadãos que nela estão. Para a autora, o direito à igualdade de oportunidades, significa educar