Na célula-ovo que deu origem a cada pessoa, reuniram-se os 30 mil genes característicos da espécie humana: metade chegou com o espermatozóide, e a outra os aguardava no óvulo da mãe. Nele, os genes maternos formaram pares com os paternos, ordenadamente, para codificar, uma por uma, todas as características responsáveis pelo que somos.
Ao se preparar para a primeira divisão da vida, essa célula primordial tratou de copiar os 30 mil pares de genes e dividi-los em pacotes iguais: um para cada célula-filha. Estas, sucessivamente, fizeram novas cópias dos 30 mil genes e se dividiram quatro, oito, 16, 32 vezes, e assim até chegar aos bilhões de células que constituem o bebê, cada uma delas contendo o pacote completo de instruções armazenadas nos 30 mil genes que herdamos dos pais.
Drauzio Varella. Folha de S.Paulo, 1.º/6/2002 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando o tema nele abordado, julgue o item a seguir.
O trecho “essa célula primordial tratou de copiar os 30 mil pares de genes e dividi-los em pacotes iguais: um para cada célula-filha” refere-se, respectivamente, a dois fenômenos fundamentais para a continuidade da vida: a duplicação do DNA — que mantém a integridade da informação genética —, e a mitose — que mantém constante o número de genes e cromossomos da espécie.
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