Em relação ao zoneamento ecológico-econômico, a primeira tentativa de tratar o ecológico e o econômico foi proposta pelo IBGE, na forma de Termo de Referência, circunscrevendo aspectos socioeconômicos a uma dimensão própria, com conceitos e instrumentais peculiares. A ideia original consistiu em identificar “zonas ou regiões”, com base em “fatores ecológicos” e “fatores econômicos e sociais”, cada uma separadamente, a partir de lógicas específicas. Para análise e interpretação das estruturas econômicas e sociais, o documento sugeria o conceito de regionalização como processo, além de sugerir um conceito operacional referente ao quadro natural.
DEL PRETTE, M. Metodologias de zoneamento: controvérsias sobre o ecológico e o econômico In: Steinberger, M. (org.) Território, ambiente e políticas públicas espaciais. Brasília: Paralelo 15 / LGE, 2006, p. 197. Adaptado.
No âmbito desse documento, a base conceitual mais adequada para a definição do quadro natural é