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A sociedade brasileira vem experimentando, desde meados dos anos 60, uma profunda mudança estrutural, derivada da queda de fecundidade que não apenas modifica as taxas de crescimento da população e sua estrutura etária, com o seu progressivo envelhecimento, como também tem amplas repercussões socioeconômicas de médio e longo prazos.
MOREIRA, M. Evolução e perspectivas da dinâmica demográfica brasileira: concentração populacional e migração. In: Gonçalves, F. (org.) O novo Brasil urbano. Porto Alegre: Mercado Aberto, 1995, p.149. Adaptado.
Em relação ao contexto histórico e geográfico descrito acima, considere as afirmações abaixo.
I - No Nordeste, o fenômeno mais expressivo é a maior capacidade de retenção de fluxos migratórios e a ocorrência de fluxos de retorno.
II - No Centro-Oeste, chama a atenção o decréscimo absoluto de sua população rural e o fato de a maior parte do crescimento regional concentrar-se nas áreas urbanas.
III - Na região sul do país, a baixa taxa de crescimento populacional e a continuidade de perdas de população rural evidenciam-se especialmente no Paraná.
É correto o que se afirma em
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A relação das populações artesanais dos Lençóis Maranhenses e a natureza pode ser entendida como uma interação “sustentável”, que tem assegurado a manutenção do seu modo de vida e dos ecossistemas locais. O modo de vida das populações que vivem dentro do Parque e da APA ou próximo a eles tem sido marcado por estratégias socioeconômicas complexas, diretamente relativas ao meio natural. Acompanhando a dinâmica climática da região, os modos de vida são sujeitos a mudança, de acordo com as estações. As chuvas definem o inverno e o verão, condicionam as atividades de pesca no litoral e a agricultura no interior.
ABAKERLI, S. Sustentabilidade em discurso e prática: implicações das políticas de desenvolvimento e de conservação em regiões biodiversificadas no Brasil. In: Fernandes, E.; Valença, M. (org.) Brasil urbano. Rio de Janeiro: Mauad, 2004, p. 248. Adaptado.
Tendo como base o núcleo familiar, as populações mencionadas são responsáveis por uma produção econômica
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Em relação ao zoneamento ecológico-econômico, a primeira tentativa de tratar o ecológico e o econômico foi proposta pelo IBGE, na forma de Termo de Referência, circunscrevendo aspectos socioeconômicos a uma dimensão própria, com conceitos e instrumentais peculiares. A ideia original consistiu em identificar “zonas ou regiões”, com base em “fatores ecológicos” e “fatores econômicos e sociais”, cada uma separadamente, a partir de lógicas específicas. Para análise e interpretação das estruturas econômicas e sociais, o documento sugeria o conceito de regionalização como processo, além de sugerir um conceito operacional referente ao quadro natural.
DEL PRETTE, M. Metodologias de zoneamento: controvérsias sobre o ecológico e o econômico In: Steinberger, M. (org.) Território, ambiente e políticas públicas espaciais. Brasília: Paralelo 15 / LGE, 2006, p. 197. Adaptado.
No âmbito desse documento, a base conceitual mais adequada para a definição do quadro natural é
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No Brasil atual, especialmente na Amazônia, está em jogo o controle do patrimônio genético que implica a operacionalização de estratégias empresariais. Esse controle é central para responder à questão relativa à valorização das florestas. Está ocorrendo a mercantilização da “floresta em pé”. Há todo um conjunto de estratégias de empresas muito sofisticadas, com seus especialistas, economistas, biólogos, antropólogos e advogados para definir esse valor mercantil, para definir o circuito de comercialização desse patrimônio genético e a sua utilização industrial.
ALMEIDA, A. A reconfiguração das agroestratégias: novo capítulo da guerra ecológica. In. Sauer, S. e Almeida, W. (org.) Terra e territórios na Amazônia: demandas desafios e perspectivas. Brasília: UnB/Abaré, 2011, p. 39. Adaptado.
No contexto descrito acima, o controle mencionado é fundamental para o êxito das estratégias de acumulação das
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Um aspecto fundamental da territorialidade humana é que ela tem uma multiplicidade de expressões, referentes a vários tipos de territórios, com suas particularidades socioculturais. Assim, demandam-se abordagens etnográficas. No intuito de entender a relação particular que um grupo social mantém com seu território, uso um conceito definido como os saberes ambientais, ideologias e identidades – coletivamente criados e historicamente situados – que um grupo social utiliza para estabelecer e manter seu território.
LITTLE, P. Territórios sociais e povos tradicionais no Brasil: por uma antropologia da territorialidade. Série Antropologia, n. 322, 2002, p. 4. Adaptado.
No texto acima, a definição apresentada por Paul Little corresponde ao seguinte conceito:
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A região de Belo Monte, no Pará, comporta uma realidade geográfica e social específica. No plano da organização civil, o surgimento do Movimento pela Sobrevivência da Transamazônica (MPST) foi a principal novidade dos anos 1980.Reunindo diversos municípios e as principais lideranças políticas, econômicas e populares da região, o movimento conseguiu uma notável mobilização em torno da causa do asfaltamento da Transamazônica. Durante a década de 1990, o movimento foi rebatizado, passando a ser denominado Movimento pelo Desenvolvimento da Transamazônica e Xingu (MDTX).
DRUMMOND, J.; NASCIMENTO, E. Invenção e realidade da Região de Belo Monte. In: Nascimento, E.; Drummond, J. (org.) Amazônia. Dinamismo econômico e conservação ambiental. Rio de Janeiro: Garamond, 2003, p.48. Adaptado.
No contexto da atuação do MDTX, identifica-se a seguinte reivindicação:
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Em muitos países, a sustentabilidade social é mais frágil do que a sustentabilidade ambiental [...].
SACHS, Ignacy. Desenvolvimento includente, sustentável, sustentado. Rio de Janeiro: Garamond, 2008. Adaptado.
No caso mencionado, uma importante estratégia para revigorar as economias em crise é o
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A partir de um exemplo concreto, obtido através de uma pesquisa realizada junto a populações ribeirinhas do Vale do Jequitinhonha, em Minas Gerais, afetadas pela construção de uma barragem, Andréa Zhouri, professora da UFMG, problematizou o discurso ambientalista hegemônico, [...]. A pesquisadora contou que, durante um trabalho de campo realizado na região, em 2006, [...] ouviu-se dos moradores ribeirinhos uma série de denúncias. “Eles relataram que a inauguração da barragem acarretou uma grande mortandade de peixes, a água do rio Jequitinhonha passou a apresentar odores fétidos e as pessoas reclamavam de alergias na pele e nos olhos.” [...] Segundo ela, a equipe de pesquisadores relatou a situação ao Ministério Público que, por sua vez, instaurou um inquérito e designou um engenheiro sanitarista para investigar a pertinência das críticas feitas pelos ribeirinhos. [...] o caso serve para ilustrar como as diferentes posições dos atores sociais fazem emergir significados diferentes de meio ambiente. “Diferentes pessoas e organismos tecem engajamentos distintos com o chamado meio ambiente. Por um lado, os ribeirinhos, que nunca tiveram a água tratada e usam a água do rio de forma direta, sentindo na pele literalmente as transformações daquela água. De outro lado, o perito técnico, que com sua análise objetiva, muito provavelmente vindo de uma experiência urbana e de classe social que tem acesso à água tratada e ao saneamento, atribui o uso da água do rio à ignorância da população local”, observou Andréa, [...].
Disponível em: <http://www.epsjv.fi ocruz.br/index.php? Area=Noticia&Num=646>. Acesso em: 27 jul. 2012.
Segundo a posição da pesquisadora, o discurso ambientalista hegemônico é equivocado porque concebe o meio ambiente como um(a)
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Has Higgs been really discovered?
by Scientific American
Top physicists have recently reached a frenzy over the announcement that the Large Hadron Collider in Geneva is planning to release what is widely expected to be tantalizing - although no conclusive - evidence for the existence of the Higgs boson, the elementary particle hypothesized to be the origin of the mass of all matter.
Many physicists have already swung into action, swapping rumors about the contents of the announcement and proposing grand ideas about what those rumors would mean, if true. “It’s impossible to be excited enough,” says Gordon Kane, a theoretical physicist at the University of Michigan at Ann Arbor.
The spokespeople of the collaborations using the cathedral-size ATLAS and CMS detectors(a) to search for the Higgs boson and other phenomena(b) at the 27-kilometer-circumference proton accelerator of the Large Hadron Collider (LHC) are scheduled to present updates based on analyses of the data collected to date(c). “There won’t be a discovery announcement, but it does promise to be interesting(d), since there are rumors that scientists have seen hints of the elusive Higgs boson(e)” says James Gillies, spokesperson for CERN (European Organization for Nuclear Research), which hosts the LHC.
Joe Lykken, a theoretical physicist at Fermi National Accelerator Laboratory in Batavia, Ill, and a member of the CMS collaboration, says: “Whatever happens eventually with the Higgs, I think we’ll look back on this meeting and say. ‘This was the beginning of something.’” (As a CMS member, Lykken says he is not yet sure himself what results ATLAS would unveil; he is bound by his collaboration’s rules not to reveal what CMS has in hand.)
Available at: <http://news.cnet.com/8301-11386_3-57341543-76/has-higgs-been-discovered-rumors--of-watershed-news-build/?tag=mncol;topStories>. Retrieved on: 11 Dec. 2011. Adapted.
In Text, Joe Lykken states thatProvas
Has Higgs been really discovered?
by Scientific American
Top physicists have recently reached a frenzy over the announcement that the Large Hadron Collider in Geneva is planning to release what is widely expected to be tantalizing - although no conclusive - evidence for the existence of the Higgs boson, the elementary particle hypothesized to be the origin of the mass of all matter.
Many physicists have already swung into action, swapping rumors about the contents of the announcement and proposing grand ideas about what those rumors would mean, if true. “It’s impossible to be excited enough,” says Gordon Kane, a theoretical physicist at the University of Michigan at Ann Arbor.
The spokespeople of the collaborations using the cathedral-size ATLAS and CMS detectors(a) to search for the Higgs boson and other phenomena(b) at the 27-kilometer-circumference proton accelerator of the Large Hadron Collider (LHC) are scheduled to present updates based on analyses of the data collected to date(c). “There won’t be a discovery announcement, but it does promise to be interesting(d), since there are rumors that scientists have seen hints of the elusive Higgs boson(e)” says James Gillies, spokesperson for CERN (European Organization for Nuclear Research), which hosts the LHC.
Joe Lykken, a theoretical physicist at Fermi National Accelerator Laboratory in Batavia, Ill, and a member of the CMS collaboration, says: “Whatever happens eventually with the Higgs, I think we’ll look back on this meeting and say. ‘This was the beginning of something.’” (As a CMS member, Lykken says he is not yet sure himself what results ATLAS would unveil; he is bound by his collaboration’s rules not to reveal what CMS has in hand.)
Available at: <http://news.cnet.com/8301-11386_3-57341543-76/has-higgs-been-discovered-rumors--of-watershed-news-build/?tag=mncol;topStories>. Retrieved on: 11 Dec. 2011. Adapted.
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