Magna Concursos
2220532 Ano: 2014
Disciplina: Antropologia
Banca: IMPARH
Orgão: IPLANFOR
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Evans-Pritchard (1978, pp. 15-21) encontrou circunstâncias nada auspiciosas durante seu trabalho de campo entre os nueres. Os nueres estavam se recuperando de um brutal programa de “pacificação” por parte das autoridades coloniais e não tinham, por motivos mais do que legítimos, como propiciar uma acolhida hospitaleira a visitantes brancos. Da narrativa de sua experiência de campo, textualizada na introdução de Os Nuer, aprendemos que:
I. a relação de empatia com os “informantes” não é garantida a priori e supõe uma grande habilidade do antropólogo para contornar os conflitos que se mostram durante o trabalho de campo.
II. o fato de ter passado apenas um ano entre os nueres não o impediu de escrever um incontornável relato sobre a experiência daquele povo, sinalizando para o fato de que a qualidade das relações importa mais do que a sua duração.
III. as recusas encontradas no trabalho de campo indicavam que o antropólogo não era tratado como um superior, como havia acontecido em outros trabalhos de campo realizados por ele. O fato de ter sido tratado como um igual, sendo obrigado a contornar conflitos, talvez tenha ampliado o horizonte de suas descobertas.
IV.os informantes não são pessoas passivas e manipuláveis, podem não apenas sabotar uma investigação, mas também ridicularizar firmemente os esforços do antropólogo para extrair os fatos mais corriqueiros e as práticas mais inocentes.
São corretas as assertivas:
 

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