Quadros (2004), no livro “O Tradutor e Intérprete de Língua Brasileira de Sinais e Língua Portuguesa”, argumenta que interpretar envolve um ato cognitivo-linguístico em que o intérprete se apresenta frente a pessoas com objetivos de comunicação especifica e que utilizam línguas diferentes. Para a autora, a forma como o tradutor intérprete NÃO deve processar a informação a ser traduzida e/ou interpretada está definida em:
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Tradutor e Intérprete - Linguagem de Sinais
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