Uma criança de 4 anos com diagnóstico de Paralisia Cerebral (PC) do tipo diplégica
espástica apresenta um padrão de marcha em tesoura
(adução e rotação interna dos quadris) e equinismo (andar nas pontas dos pés). Ela tem bom controle de
tronco e usa um andador para locomoção. O terapeuta ocupacional observa que o padrão espástico se
intensifica com o esforço, dificultando a dissociação de
membros e aumentando o gasto energético. Qual é a
combinação de intervenções da Terapia Ocupacional
mais indicada para otimizar o padrão de marcha e a
funcionalidade desta criança?