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INSTRUÇÃO: Leia o texto abaixo para responder às questões de 01 a 05.

Fábula da cidade

Uma casa é muito pouco para um homem; sua verdadeira casa é a cidade. E os homens não amam as cidades que os humilham e os sufocam, mas aquelas que parecem amoldadas às suas necessidades e desejos, humanizadas e oferecidas – uma cidade deve ter a medida do homem.

É possível que, pouco a pouco, os lugares cordiais da cidade estejam desaparecendo, desfigurados pelo progresso e pela técnica, tornados monstruosos pela conspiração dos elementos que obrigam as criaturas a viver como se estivessem lutando, unidas a um certo número de rituais que as impedem de parar no meio de uma calçada para ver uma criança ou as levam a atravessar uma rua como se estivessem fugindo da morte.

Em cidades assim, a criatura pouco ou nada vale, porque não existe entre elas e a paisagem a harmonia necessária que torna a vida uma coisa digna. E o habitante, escravizado pelo monstro da indiferença, vai se repetindo diariamente, correndo para as filas dos alimentos, dos transportes, do trabalho e das diversões, proibido de fazer algo que lhe dê a certeza da própria existência.

(LÊDO, Ivo. In: O navio adormecido no bosque. 2ª ed. São Paulo: Duas cidades, 1977.Fragmento)

No trecho É possível que, pouco a pouco, os lugares cordiais da cidade estejam desaparecendo, o adjetivo cordiais poderia ser substituído, sem comprometer o sentido, por

 

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