A atuação do intérprete educacional foi orientada pelo Decreto nº 5.626, de 22 de dezembro de 2005 e regulamentada pela Lei nº 12.319, de 01 de setembro de 2010. Porém, ainda existem muitos dilemas e dificuldades relacionados à interpretação dentro de espaços educativos. A pesquisadora Cristina Broglia Feitosa de Lacerda (2009) discute em algumas de suas pesquisas esses dilemas. Leia as afirmativas a seguir com atenção e assinale a alternativa correta sobre este assunto.
I. Apesar de os alunos surdos terem acesso a Libras desde muito pequenos e serem fluentes quando chegam ao período de escolarização, muitos intérpretes ainda estão em processo de formação, o que dificulta a sua atuação com o aluno que já domina a Libras.
II. Os conteúdos e as aulas são preparados em português por um(a) professor(a) falante fluente em português, que em sua exposição utiliza gírias e comentários pertinentes a essa língua, e que auxiliam nos processos de significação que as atividades demandam. Com isso os alunos surdos ficam dispersos, pois sua língua é pouco utilizada.
III. A relação entre professor e intérprete pode parecer menos importante, mas dela depende o bom andamento do trabalho educacional. As trocas de experiências e mudanças de práticas podem colaborar para o aprendizado do aluno surdo.
IV. As ações dos intérpretes educacionais, na maioria das vezes, em sala de aula e na escola extrapolam à simples tradução-interpretação daquilo que é dito pelos professores e alunos.
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Tradutor e Intérprete - Linguagem de Sinais
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