“A casa, a disposição espacial da aldeia, os utensílios de provimento da subsistência, os meios de transporte, os objetos de uso cotidiano e, principalmente, os de cunho ritual estão embebidos de uma vontade de beleza e de expressão simbólica. Estas características transparecem quando se observa que o índio emprega mais esforço e mais tempo na produção de seus artefatos que o necessário aos fins utilitários a que se destinam; e quando passa horas a fio ocupado na ornamentação e simbolização do próprio corpo. Nesse sentido, a arte indígena reflete um desejo de fruição estética e de comunicação de uma linguagem visual.” (p.13)
Dessa forma, pode-se afirmar a partir da concepção de arte indígena e sua linguagem visual que: