Estrangeirismos da medicina
Enquanto o governo implanta o programa Mais Médicos, que prevê a chegada de profissionais, principalmente estrangeiros, a regiões onde há escassez deles, muitos já atuam em território brasileiro há anos. Mesmo assim, a nova leva de médicos que desembarcou no país em agosto, recrutados pelo programa, tem dividido opiniões.
Parte da categoria médica e dos conselhos de medicina denuncia que a medida é eleitoreira e não ataca os reais problemas da saúde brasileira. Em contrapartida, a população vê com bons olhos a vinda de profissionais para os rincões mais desassistidos.
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Embora tenham vindo de diversas partes do mundo e por motivos diferentes, os médicos estrangeiros encontram aqui um problema de base no relacionamento com um paciente: a comunicação.
– A comunicação com o paciente não é só pela linguagem falada ou escrita. Pode-se fazer gestos ou expressões, mas na hora de orientar uma dieta ou tentar mudar um estilo de vida, é preciso usar uma linguagem que seja bem interpretada por ambas as partes – afirma o médico argentino Hugo Luis Fernández.
– Tinha grande dificuldade em entender as diferentes formas de pronunciar as palavras conforme a região de origem do sujeito. As expressões idiomáticas não são fáceis de serem traduzidas e há abuso da linguagem grosseira. Apesar disso, entre os profissionais há uma linguagem bastante comum, já que os termos são derivados do latim e aqui é comum usar livros em inglês e espanhol – conta o médico da família, que trabalha na Unidade Básica de Saúde (UBS) Jardim Carombé, na zona norte da cidade de São Paulo.
Disponível em: www.revistalingua.uol.com.br/textos/96/estrangeirismos-da-medicina-298552-1.asp. (texto adaptado) Acesso em: 20 out. 2013.
Na frase “a população vê com bons olhos a vinda de profissionais para os rincões mais desassistidos.”, a palavra em destaque pode ser substituída sem prejuízo de sentido por:
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