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3447778 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: IDIB
Orgão: Pref. Juazeiro-BA

TEXTO I

Lira I

Eu, Marília, não sou algum vaqueiro,

Que viva de guardar alheio gado;

De tosco trato, de expressões grosseiro,

Dos frios gelos e dos sóis queimado.

Tenho próprio casal e nele assisto;

Dá-me vinho, legume, fruta, azeite;

Das brancas ovelhinhas tiro o leite

E mais as finas lãs, de que me visto.

Graças, Marília bela, Graças à minha estrela!

Eu vi o meu semblante numa fonte:

Dos anos inda não está cortado;

Os pastores que habitam este monte

Respeitam o poder de meu cajado.

Com tal destreza toco a sanfoninha,

Que inveja até me tem o próprio Alceste:

Ao som dela concerto a voz celeste;

Nem canto letra que não seja minha,

Graças, Marília bela, Graças à minha estrela!

Tomás Antônio Gonzaga

(Disponível em http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/bn000036.pdf)

A função sintática dos termos “das brancas ovelhinhas” (l. 7) e “as finas lãs” (l. 8) é, respectivamente,

 

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