A relação entre processos de construção patrimonial e Estado-Nação, sinalizando um uso vinculado a esforços de unificação, conformação e reprodução de identidades nacionais, é historicamente reconhecida. Todavia, nos últimos tempos, pesquisadores têm defendido a necessidade de uma revisão e, consequentemente, “ampliação” da concepção clássica de patrimônio. Sobre tal exercício crítico, pode ser afirmado que a noção de ampliação defendida refere-se: