O desenvolvimento de animais knockout (KO) e organismos
geneticamente modificados (OGM) é uma prática consolidada
em biotérios de instituições de pesquisa, como o ICTB/Fiocruz
e a UFRJ. Esses modelos são fundamentais para estudos
biomédicos, pois permitem investigar funções gênicas específicas
e compreender mecanismos de doenças humanas. O manejo
desses animais exige rastreabilidade genética rigorosa, registros
detalhados e cuidados reprodutivos para evitar deriva genética
ou perda de linhagem. Uma dada colônia apresentou risco
de perda da linhagem devido a falhas de acasalamento e a
registros incompletos. A solução foi implementar um sistema
informatizado de rastreabilidade, reforçar a seleção de casais e
adotar criopreservação de embriões, garantindo a manutenção da
linhagem. Com base nesse contexto, assume-se que: